Não me venhas com tuas contradições

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Não, obrigado. Não penses em me ligar ou em me esbarrar em algum lugar estratégico que tu sabes que eu frequento. Sequer penses em mim, pois eu tampouco penso em ti. Não me venha com pensamentos, cartas ou declarações, pois eu sequer penso, escrevo ou me declaro perante a ti. Não sejas minha sombra, pois não sereis a tua. Pouco me importa por onde tu andas, com quem tu andas ou se coloca a perna direita ou a perna esquerda em tua frente.

Não penses que podes me ter, pois não podes, uma vez que não sou um objeto. Nem eu, em minhas afloradas lamúrias, pensei um dia em me tornar dono de alguém quando não sou dono nem de mim mesmo. Não tentes se tornar visível, pois já fechei meus olhos. Não tente, pois as exacerbadas e exageradas oportunidades contínuas de fazer algo só se revelaram como um pleno desastre. Não pense em meu olhos, pois eles nunca te enxergaram como tu verdadeiramente és. Se tivessem, nem mesmo perderiam seu tempo.

Não me venhas com tuas contradições, pois para mim já bastam as minhas.

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