Não ame assim com tanta pressa

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Faz o que tu bem queres e o que tu bem entendes, mas não ame com tanta pressa, não ame tão depressa. Não te jogues em quaisquer braços abertos e não forces braços fechados a se abrirem em um abraço ou um cântico. Sim, faça o que tu bem entendes e até ame como se não houvesse um amanhã, mas não procure pelo amor. Não se sinta só quando não o tens, pois este é o primeiro sinal que terás antes de se ocupar com amores perdidos.

De amor em amor, todos vividos com pressa, tu não vives o amor verdadeiramente. São esses amores que te fazem se sentir só, que criam um elo de dependência destrutivo que te devora por dentro. Não, não viva esse tipo de amor. Tenha medo dele. Tenha medo dos amores rápidos, que tão rapidamente viram o centro de tua vida. Não te definas por esse tipo de amor. Corra dele, sempre que encontrá-lo no outro. Corra dele, sempre que encontrá-lo dentro de ti, dentre tantas vontades que tens.

Não procure seu amor por aí, simplesmente esteja aberto para ele. Não tenha pressa para que ele chegue, não tenha pressa para que ele se fortaleça. É como se fizestes uma semente germinar rápido demais. O que será daquela planta a qual tu arrancastes da terra antes mesmo que estivesse pronta? Ela morrerá, assim como morrem teus amores apressados.

Não, não ame assim com tanta pressa e nem assim tão depressa, pois o amor que vem rápido se esvai tão rapidamente quanto veio – e isso não pode ser chamado de amor.

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